Cultura

Criatividade e inovação: dicas para despertar o melhor dos seus colaboradores

17 de novembro, 2020

No dia 17 de novembro é comemorado o dia da criatividade. Por mais que essa seja apenas mais uma data comemorativa, vale usarmos esse momento para refletir sobre a alta relevância que essa competência tem na capacidade de inovação das empresas.

Afinal, como sempre lembramos por aqui, inovar já deixou de ser um fator de diferenciação para ser a garantia da sobrevivência dos negócios nesse contexto dinâmico em que estamos inseridos.

Criatividade e inovação são – oficialmente – competências imprescindíveis para os profissionais na atualidade

E quem diz isso não somos nós. No relatório anual do Fórum Econômico Mundial, “The Future of Jobs Report”, é apresentado um ranking das competências mais relevantes para o mercado de trabalho a partir de um levantamento realizado por executivos, empreendedores e pesquisadores ao redor do mundo todo.

De acordo com o próprio relatório, em um curto espaço de tempo é esperado que em torno de 35% das principais habilidades demandadas se alterem, uma vez que o contexto vem se transformando cada vez mais rápido.

Apesar dessa volatilidade, tanto as últimas versões do relatório quanto a prospecção para os próximos anos compreendem a criatividade entre as cinco características mais demandadas aos profissionais. Já no caso da inovação, essa se mantém ainda mais forte no pódio, ocupando o primeiro lugar.

Top 5 competências para 2025

Fonte: Future of Jobs Survey 2020, World Economic Forum.

Esses dados nos ajudam a comprovar o quão relevante é dar valor a essas competências nas empresas. Por mais que muitas vezes subestimadas, desenvolver essas habilidades nos seus colaboradores pode ser a chave para obter melhores resultados.

Inclusive, quando falamos de criatividade e inovação no âmbito empresarial, é muito comum que tais termos sejam utilizados como sinônimos. Contudo, ainda que a inovação tenha a criatividade como um fator chave na sua construção, fazendo com que suas funções sejam fortemente complementares, existem algumas diferenças conceituais importantes de serem ressaltadas.

Complementares, mas diferentes. Como distinguir a criatividade e a inovação?

Dentre as muitas definições possíveis, a constante quando falamos de criatividade é a capacidade de imaginar e criar. É pensar diferente do padrão, ter ideias originais e propor soluções não antes identificadas. Diferente do que muitos pensam, a criatividade não é necessariamente um talento, mas sim pode ser treinada e desenvolvida.

Já a inovação também diz respeito ao ato de fazer diferente, de solucionar problemas de forma inédita. O que distingue os conceitos é que, no âmbito das organizações, uma ideia precisa ser de fato implementada com sucesso na empresa ou no mercado para ser considerada uma inovação. Não deixe de conferir nosso artigo que fala sobre as diferentes maneiras de inovar em uma organização!

Como impulsionar a criatividade e a inovação na minha empresa?

Uma vez diferenciadas, a dúvida que fica é como, na prática, seria possível desenvolver os colaboradores de um negócio para que esses se tornem mais criativos e, consequentemente, apoiem a organização na implementação de inovações.

Assim como qualquer habilidade a ser desenvolvida, a criatividade é algo que exige prática e recorrência. De nada adianta esporadicamente realizar uma dinâmica e esperar que de lá saiam ideias extremamente criativas e soluções inovadoras.

Antes de mais nada, é preciso enraizar uma cultura criativa na empresa. E com esse objetivo, aí vão algumas dicas que – se implementadas com intenção e consistência – podem potencializar a criatividade e a inovação no seu negócio:

1. Design Thinking:

O Design Thinking é – primordialmente – uma forma de pensar e ver o que está ao nosso redor, a partir de uma visão holística, sempre tendo como foco a percepção do consumidor final. Assim, aderi-lo é uma maneira de incentivar o potencial criativo e inovador de colaboradores das mais diversas áreas.

Em relação a metodologias, as dinâmicas de Design Thinking costumam se desdobrar em quatro etapas principais: imersão, análise/síntese, ideação, prototipagem e testagem/implementação. Leia nosso artigo sobre Design Thinking para entender melhor o conceito e sua aplicação prática!

2. Hackathons

Outra estratégia comumente utilizada com o objetivo de promover um ambiente de geração de ideias inovadoras é a prática dos Hackathons. Estes, são eventos imersivos que criam espaço para experimentação e colaboração, visando acelerar e otimizar processos e projetos. Leia nosso artigo que explica como o Hackathon pode ser utilizado como um instrumento para inovação.

E aí? O que você tem feito para explorar ao máximo as competências de criatividade e inovação na sua empresa ou como profissional? Provamos que deixá-las de lado não é uma boa ideia. O que acha de adotar alguma dessas práticas como ponto de partida?

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