Negócios

Ciência de dados: o processo de construir um negócio orientado ao data driven

12 de agosto, 2020

Acabou os achismos, “feeling” e teorias embasadas em vozes da sua cabeça. Mais do que nunca, hoje em dia temos um grande aliado para nos auxiliar na tomada de decisão empresarial: o uso de dados. A informação nunca esteve tão disponível a fácil acesso como hoje, e, querendo manter uma empresa competitiva e inovadora, é necessário usar isso a seu favor. Caso contrário, enquanto gastar tempo pensando estratégias sem embasamento, outros negócios estarão tomando decisões mais assertivas e alinhadas à realidade que os dados comunicam. Não queremos isso, né?

Certamente você já ouviu falar da utilização de dados, mas queremos deixar claro – de uma vez por todas – o quão valioso pode ser construir um negócio em que as ações, estratégias e decisões são orientadas por esses ativos. Qualquer que seja o tamanho e setor de atuação da sua empresa, apostar em dados como um parceiro no dia a dia empresarial é – muito – mais fácil do que parece. Desmistificando os conceitos tecnológicos bonitos – sem desmerecer a complexidade que, sim, existe, mas não nos é necessária nesse contexto – qualquer um pode se tornar uma empresa data-driven.

Ainda está meio receoso nesse universo? Vem ver!

Saindo do mundo das ideias: data-driven é para qualquer um

Quando falamos de conceitos do mundo de TI (Tecnologia da Informação), é bastante comum ver um nó na mente e um frio na barriga de quem não é ligado à área. Ao pesquisar sobre a utilização de dados, termos como Big Data, BI (Business Intelligence) e nuvem dão as caras, parecendo ideias altamente complexas, intangíveis e distantes da realidade. Uma vez deparados com isso, muitos pensam que essa abordagem de dados é só para as big techs. Que nada!

Por mais nebuloso que pareça, esses tais dados são nada mais nada menos que um compilado de comportamentos e características dos seus clientes e do mercado que você atua. Quando analisados, se tornam informações confiáveis e valiosas que tornarão suas decisões – desde as simples até as altamente estratégicas – muito mais assertivas. 

Já está começando a ficar mais claro? Segue que te contamos como começar a pôr em prática essa mentalidade data-driven…

Botando em prática: só não faz quem não quer

Esse volume de dados armazenados pode vir de diversos canais de fácil acesso a qualquer empresa. O Google Analytics ou as análises das próprias redes sociais (Facebook Analytics, Instagram Analytics…), por exemplo, trarão insights sobre quais públicos estão se interessando pelo seu negócio, assim como quais assuntos fazem mais sentido para estes. Outros exemplos de fontes de coleta de dados, mesmo que mais tradicionais, são as próprias pesquisas de mercado, formulários de satisfação ou canais de SAC.

Exemplificando: digamos que você quer definir o dia para lançamento de uma campanha no Facebook. Uma opção é apostar em um dia aleatório e torcer para esse ser o ideal. Ou você pode olhar qual o dia em que seus seguidores estão mais ativos – através do Facebook Analytics, por exemplo – e ter a confiança de que a escolha foi certeira. Esse é apenas um exemplo simples, mas que pode fazer uma enorme diferença. Fácil, né?

Organizando a bagunça: é preciso transformar volume em informação relevante

Uma vez que vimos como acessar dados pode ser fácil, já demos o nosso primeiro passo. Porém, compilar um monte de números não diz muita coisa se não soubermos analisá-los. Não é a toa que o cargo de cientista de dados é considerado uma das profissões mais promissoras do século, não é mesmo?

Relacionado a isso, uma pesquisa feita pela McKinsey trouxe a ideia de que o foco dessa orientação deve ser, a partir da análise correta e da comunicação dessas informações lapidadas para os diversos setores empresariais, possibilitar melhores tomadas de decisão na empresa como um todo. 

De acordo com um estudo da consultoria Gartner, a alfabetização de dados – chamada de data literacy – que diz respeito à capacidade de ler, escrever e comunicar dados dentro de um contexto, já é uma das habilidades mais importantes atualmente dentro das empresas. Ainda, eles trazem como previsão que, até 2022, as informações serão consideradas um ativo corporativo crítico em 90% das estratégias de empresas, assim como o analytics será uma competência essencial para os mais diversos setores.

Facilitando o processo: quem sabe apostar em uma plataforma?

Uma identificada vista essa necessidade de análise, sabemos que na prática de muitas empresas não é possível ter um grupo de profissionais focados em compilar dados dos mais diversos canais, transformá-los em informações relevantes para a empresa e assim orientar as decisões e ações das áreas. E isso não é um problema. Inclusive, não é essa uma justificativa para deixar de lado a vontade de ser data-driven.

Uma estratégia adotada com frequência por empresas de diversos setores é apostar em plataformas de CDP e CRM, as quais compilam em um único espaço os dados relevantes sobre os seus clientes, permitindo assim que se tenha um acesso fácil às informações para que decisões e ações sejam postas em prática rapidamente. Se for o caso de você buscar prospectar novos clientes usando esses dados, esses mesmos instrumentos já irão permitir a implementação de, por exemplo, notificações, e-mail marketing, sms ou posts nas redes sociais. Tudo isso com a garantia de que a estratégia escolhida é a mais adequada aos seus objetivos. Tudo isso graças aos dados!

Inclusive, caso você queira entender melhor sobre esse tipo de solução, a Iris Data-driven Marketing, uma das empresas do nosso ecossistema, trabalha com isso e pode te contar mais sobre os inúmeros benefícios desse tipo de plataforma.

Não só isso, certamente eles também irão comprovar que o que falamos por aqui é a verdade:  Já foi-se a era da tomada de decisão baseada no achismo, os dados são nossos aliados. Bora começar a nos orientar por eles e assim obter mais sucesso em nossas estratégias empresariais?

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